terça-feira, 29 de julho de 2008

QUEM DORME, ACORDA!


Uma boa música, deitado numa boa cama depois de 10 horas de trabalho num sábado e de repente me dá uma vontade de escrever besteira!
Nem sei o que me inspirou, na verdade nem sei se estou inspirado, e nem sei se precisa de inspiração para fazer “isso”, afinal de contas, já diz a sabedoria popular quem come, caga!
Então foda-se, é só uma diarreiazinha mental! Toda formatação começa se enchendo a lixeira! Não ganho dinheiro com isso mesmo! O que escrever está escrito, e se não for o que tiver que ser é só dar um delete e foi...., mais um lixo ecologicamente correto produzido no mundo!
O foda é que mal começo a escrever e já vêm em minha cabeça as regras gramaticais, organização de texto, coerência e etc e etc... Não é possível, será que todos os grandes escritores quando escrevem tem essas coisas em mente?
Bom, ligando o “foda-se” novamente para essas regrinhas, me dei conta de uma coisa certamente errada! Quantas vezes, eu faço algo que não é meu, que não sei nem de quem são, mas faço-as simplesmente porque todos fazem assim, ou porque me ensinaram a fazer dessa forma! Das mais otárias as mais complexas e elaboradas! Por ex, por que eu mijo em pé na bacia sanitária? Não seria mais compreensível um homem em casa mijar sentado? Em casa? Mijar em pé por quê? Só porque homem tem que mijar em pé? (Até o Word sublinhando a palavra mijar de verde dando a sugestão de que eu use urinar quer me controlar, rs)
Se eu parar para pensar mais 5 minutos, vou descobrir milhões de coisas que faço automaticamente sem pensar e que, na verdade, são ilógicas, ao menos no meu ponto de vista. Parece-me que, uma coordenação da massa numa mesma freqüência é importante para a sobrevivência da espécie (isso merece uma reflexão maior)! Eu dei esse exemplo bobo, mas quer ver outro? Por que eu uso gravata em pleno calor de 40 graus? Ou por que meia branca é para esporte e meia preta foi feita para sapato? Por que é feio? Quem falou primeiro que era feio? Até para escrever um texto que ninguém vai ler! Regras, regras e mais regras... Para quem elas foram criadas? Deviam pelo menos fazer regras mais plausíveis e coerentes! Sabe aquela coisa que toda criança “ama”, que é levar um não ou uma ordem contra nosso gosto sem um maior esclarecimento?
Devíamos questionar a todo tempo e o tempo todo os motivos das coisas serem da forma que são e estarem da forma que estão. Quando questionamos entramos em outra dimensão, e o mundo fica mais colorido, e a criatividade aflora, e as idéias mirabolantes surgem, e novas tecnologias são criadas, e novo pratos culinários são inventados, e novas posições sexuais... Nada mais é automático, tudo é autêntico! Chega de ler esses livros que ensinam as pessoas a serem felizes, a terem sucesso! Chega de escutar mais o lado de fora que o lado de dentro!
Meu sucesso e minha felicidade não podem depender exclusivamente da experiência de outra pessoa que foi educada em outro planeta, convive com outra esfera social, que mija em pé (nem sei se elas fazem essas coisas), que usa meia preta com sapato social e dão suas palestras usando gravata, mesmo que numa cidade quente, apenas para passarem uma imagem e serem aceitos!
Parece brincadeira, mas se desprogramar exige muito mais do que se deixar levar pela avalanche de regrinhas colocadas no mundo para controlar a massa, que já a muito está falida! Não é revolta não, mas assim como quem come, caga, também quem dorme, a não ser que já esteja morto, acorda!

quinta-feira, 24 de julho de 2008


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é saber viver!!!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Será que isso vai dar certo???

Bom, não sei se sou bom de escrever, nem sei se terei ideias e criatividade suficiente p manter um blog, mas tah criado!!!!
Seja bem vindo ao meu espaço! Aqui a regra será desobedecer a uma mente programada e obedecer a uma conciencia desobediente!