quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Mulheres caju!


Pois é! Sacudiram a kitanda do seu Zé e escolheram as maiores frutas pra representar a mulherada! Não sei se tenho mais pena das que não se encaixam no sistema de jaca, melao e melancia ou se tenho pena das q se encaixam! No onus e bonus, acho q as encaixadas (ou encaichotadas, como queiram) saem perdendo mais!
Abrindo o blog pra criar um manifesto! Q as mulheres caju sejam cada vez mais valorizadas no Brasil! O caju tem a pele macia, ao contario da jaca; o caju tb tem muito sumo como o melao e a melancia, soh q ainda tem a casca comestivel! Do bagaço do caju, ainda podemos fazer um ensopado q parece mais com carne de caranguejo (podem procurar a receita na net)... Mas o caju tem uma coisa q nenhuma dessas outras frutas tem, e q por sinal eh a parte mais valorizada da fruta, é a cabeça!!!! Parabens a todas as mulheres q fazem dessa o seu maior trunfo! Alias, no Brasil, temos condição de exportar O CAJU, é só querer!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ninguém mais namora as deusas (Arnaldo Jabor)


Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que os
homens não querem namorar as mulheres que são símbolos sexuais. É isto mesmo.
Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha?
As mulheres não são mais para amar; nem para casar. São para 'ver'.
Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes e silicones?
Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico, para o
qual os homens não estão preparados...
As mulheres dançam frenéticas na TV, com bundas cada vez mais
malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os
pênis-expectadores se sentem apavorados e murchos diante de tanta
gostosura.
Os machos estão com medo das 'mulheres-liquidificador'.
O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas ou irmãs almejam ser
(meu Deus!), é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a
'Valentina', a 'Barbarela', a máquina-de-prazer sem alma, turbinas de
amor com um hiperatômico tesão.
Que parceiros estão sendo criados para estas pós-mulheres? Não os há.
Os 'malhados', os 'turbinados' geralmente são bofes-gay, filhos do
mesmo narcisismo de mercado que as criou.
Ou, então, reprodutores como o Zafir, para o Robô-Xuxa.
A atual 'revolução da vulgaridade', regada a pagode, parece
'libertar' as mulheres.
Ilusão à toa.
A 'libertação da mulher' numa sociedade escravista como a nossa deu nisso:
Superobjetos.
Se achando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal
que apenas esconde pobres meninas famintas de amor, carinho e dinheiro.
São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades.
Mas, diante delas, o homem normal tem medo.
Elas são 'areia demais para qualquer caminhãozinho'.
Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens.
Eles vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos,
decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos,
lambendo botas, engolindo sapos, sem o antigo charme 'jamesbondiano'
dos anos 60.
Não há mais o grande 'conquistador'.
Temos apenas os 'fazendeiros de bundas' como o Huck, enquanto a
maioria virou uma multidão de voyeur, babando por deusas impossíveis.
Ah, que saudades dos tempos das bundinhas e peitinhos 'normais' e
'disponíveis'...
Pois bem, com certeza a televisão tem criado 'sonhos de consumo'
descritos tão bem pela língua ferrenha do Jabor (eu).
Mas ainda existem mulheres de verdade.
Mulheres que sabem se valorizar e valorizar o que tem 'dentro de
casa', o seu trabalho.
E, acima de tudo, mulheres com quem se possam discutir um gosto pela
música, pela cultura, pela família, sem medo de parecer um 'chato' ou
um 'cara metido a intelectual'.
Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, rara nos homens
de hoje, como abrir a porta do carro para elas.
Mulheres que adoram receber cartas, bilhetinhos (ou e-mails)
românticos!! Escutar no som do carro, aquela fitinha velha dos Beegees
ou um cd do Kenny G (parece meio breguinha)...mas é tão boooom namorar
escutando estas musiquinhas tranqüilas!!!
Penso que hoje, num encontro de um 'Turbinado' com uma 'Saradona'
o papo deve ser do tipo:
a.. 'meu'... o meu professor falou que posso disputar o Iron Man que
vou ganhar fácil!.'
b.. 'Ah 'meu'..o meu personal Trainner disse que estou com os
glúteos bem em forma e que nunca vou precisar de plástica'. E a música???
Só se for o 'último sucesso (????)' dos Travessos ou
'Chama-chuva...' e o 'Vai Serginho'???...
Mulheres do meu Brasil Varonil!!! Não deixem que criem estereótipos!!
Não comprem o cinto de modelar da Feiticeira.
A mulher brasileira é linda por natureza!!
Curta seu corpo de acordo com sua idade, silicone é coisa de americana
que não possui a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e
bonito por natureza.
E se os seus namorados e maridos pedirem para vocês 'malharem' e
ficarem iguais à Feiticeira, fiquem igual a feiticeira dos seriados de
Tv:
Façam-os sumirem da sua vida!!!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"...e joga fora no lixo!!!!"


Bom, depois que voltei a ser estudante, uma das muitas coisas que adquiri com a mudança foi voltar ao meu hábito de fazer exercícios regularmente! Aqui em São José dos Campos, cidade na qual moro hoje, conheci no doutorado um cara muito centrado, gente fina, aquelas boas surpresas que a vida nos reserva! O Lucas, além de ser gente da mais alta estirpe, adora correr e tem sido um dos meus parceiros nas corridas rotineiras no parque Santos Dumont noite a fora... Durante uma corrida, ele me ensinou uma técnica fantástica de esvaziar a cabeça! Estávamos conversando durante a corrida (já estamos com gás para isso) e ele me falou que a corrida para ele servia como uma válvula de escape, que durante a corrida a vida parecia mais fácil, os problemas menores etc etc... Mas o que realmente me chamou a atenção foi o fato de que ele, toda vez que pensa em algo durante a corrida que ele deseja descartar da sua mente, ele bota a mão na cabeça, como quem quizesse arrancar alguma coisa de dentro dela simbolicamente e fica de punho serrado até passar em frente a uma lata de lixo e joga o que carregava em sua mão fora, sem parar de correr ele descarta o pensamento no lixo, até porque não é um lixo que pode fazer com que paremos de correr, ele não merece isso de nós, é lixo, não é importante... Mas depois de jogar no lixo, Zé Renato, esquece até o lixo que você usou para não correr o risco de ficar acumulando coisas descartáveis no sistema cerebral, ok??

domingo, 10 de agosto de 2008

ASTRONAUTA I


Astronauta tá sentindo falta da Terra?
Que falta que essa Terra te faz?
A gente aqui embaixo continua em guerra
Olhando aí pra lua implorando por paz
Então me diz: por que que você quer voltar?
Você não tá feliz onde você está?
Observando tudo a distância
Vendo como a Terra é pequenininha
Como é grande a nossa ignorância
E como a nossa vida é mesquinha
A gente aqui no bagaço, morrendo de cansaço
De tanto lutar por algum espaço
E você, com todo esse espaço na mão
Querendo voltar aqui pro chão?!
Ah não, meu irmão... qual é a tua?
Que bicho te mordeu aí na lua?

Eu vou pro mundo da lua
Que é feito um motel
Aonde os deuses e deusas
Se abraçam e beijam no céu
(créditos a Gabriel, o pensador)

ASTRONAUTA II


Eu vou pra longe, onde não exista gravidade
Pra me livrar do peso da responsabilidade
De viver nesse planeta doente
E ter que achar a cura da cabeça e do coração da gente
Chega de loucura, chega de tortura
Talvez aí no espaço eu ache alguma criatura inteligente
Aqui tem muita gente, mas eu só encontro solidão
Ódio, mentira, ambição
Estrela por aí é o que não falta, astronauta
A Terra é um planeta em extinção

Eu vou pro mundo da lua
Que é feito um motel
Aonde os deuses e deusas
Se abraçam e beijam no céu
(créditos a Gabriel, o pensador)

terça-feira, 29 de julho de 2008

QUEM DORME, ACORDA!


Uma boa música, deitado numa boa cama depois de 10 horas de trabalho num sábado e de repente me dá uma vontade de escrever besteira!
Nem sei o que me inspirou, na verdade nem sei se estou inspirado, e nem sei se precisa de inspiração para fazer “isso”, afinal de contas, já diz a sabedoria popular quem come, caga!
Então foda-se, é só uma diarreiazinha mental! Toda formatação começa se enchendo a lixeira! Não ganho dinheiro com isso mesmo! O que escrever está escrito, e se não for o que tiver que ser é só dar um delete e foi...., mais um lixo ecologicamente correto produzido no mundo!
O foda é que mal começo a escrever e já vêm em minha cabeça as regras gramaticais, organização de texto, coerência e etc e etc... Não é possível, será que todos os grandes escritores quando escrevem tem essas coisas em mente?
Bom, ligando o “foda-se” novamente para essas regrinhas, me dei conta de uma coisa certamente errada! Quantas vezes, eu faço algo que não é meu, que não sei nem de quem são, mas faço-as simplesmente porque todos fazem assim, ou porque me ensinaram a fazer dessa forma! Das mais otárias as mais complexas e elaboradas! Por ex, por que eu mijo em pé na bacia sanitária? Não seria mais compreensível um homem em casa mijar sentado? Em casa? Mijar em pé por quê? Só porque homem tem que mijar em pé? (Até o Word sublinhando a palavra mijar de verde dando a sugestão de que eu use urinar quer me controlar, rs)
Se eu parar para pensar mais 5 minutos, vou descobrir milhões de coisas que faço automaticamente sem pensar e que, na verdade, são ilógicas, ao menos no meu ponto de vista. Parece-me que, uma coordenação da massa numa mesma freqüência é importante para a sobrevivência da espécie (isso merece uma reflexão maior)! Eu dei esse exemplo bobo, mas quer ver outro? Por que eu uso gravata em pleno calor de 40 graus? Ou por que meia branca é para esporte e meia preta foi feita para sapato? Por que é feio? Quem falou primeiro que era feio? Até para escrever um texto que ninguém vai ler! Regras, regras e mais regras... Para quem elas foram criadas? Deviam pelo menos fazer regras mais plausíveis e coerentes! Sabe aquela coisa que toda criança “ama”, que é levar um não ou uma ordem contra nosso gosto sem um maior esclarecimento?
Devíamos questionar a todo tempo e o tempo todo os motivos das coisas serem da forma que são e estarem da forma que estão. Quando questionamos entramos em outra dimensão, e o mundo fica mais colorido, e a criatividade aflora, e as idéias mirabolantes surgem, e novas tecnologias são criadas, e novo pratos culinários são inventados, e novas posições sexuais... Nada mais é automático, tudo é autêntico! Chega de ler esses livros que ensinam as pessoas a serem felizes, a terem sucesso! Chega de escutar mais o lado de fora que o lado de dentro!
Meu sucesso e minha felicidade não podem depender exclusivamente da experiência de outra pessoa que foi educada em outro planeta, convive com outra esfera social, que mija em pé (nem sei se elas fazem essas coisas), que usa meia preta com sapato social e dão suas palestras usando gravata, mesmo que numa cidade quente, apenas para passarem uma imagem e serem aceitos!
Parece brincadeira, mas se desprogramar exige muito mais do que se deixar levar pela avalanche de regrinhas colocadas no mundo para controlar a massa, que já a muito está falida! Não é revolta não, mas assim como quem come, caga, também quem dorme, a não ser que já esteja morto, acorda!

quinta-feira, 24 de julho de 2008


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é saber viver!!!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Será que isso vai dar certo???

Bom, não sei se sou bom de escrever, nem sei se terei ideias e criatividade suficiente p manter um blog, mas tah criado!!!!
Seja bem vindo ao meu espaço! Aqui a regra será desobedecer a uma mente programada e obedecer a uma conciencia desobediente!